A indústria farmacêutica

A Supply Chain das empresas do setor farmacêutico é submetida hoje em dia a muitas exigências específicas oriundas: das regulamentações internacionais e nacionais cada vez mais restritivas, dos custos de R&D e de produção mais elevados, dos processos de colocação no mercado complexos e pouco flexíveis, de uma concorrência crescente (genéricos), da submissão às Boas Práticas de Fabricação (material, métodos, mão de obra, matérias, meio…) …

Desafios

Para enfrentar essas exigências, uma das alavancas importantes para o melhoramento do desempenho das empresas do setor é a otimização da cadeia de abastecimento, que deve ser cada vez mais reativa e ágil do fornecedor para o cliente:

  • Melhoramento & racionalização da ferramenta de produção: as Boas Práticas de Fabricação, a etiquetagem, as bulas, a distribuição, o prazo de entrega, a vida útil do produto (DLC, DLUO, PAO, etc …) são diferentes dependendo dos países, com como consequência, a necessidade de ter uma organização industrial e recursos humanos específicos por zona. Trata-se de adaptar localmente a ferramenta industrial a essas exigências específicas (reformulação da carteira de produtos, padronização a montante dos produtos…) e de antecipar o processo de fabricação a um nível central.
     
  • Melhor antecipar produção e seus riscos: a antecipação do processo de fabricação dos produtos e o respeito dos prazos de entrega dos produtos dependem da necessidade de implementar um processo de previsão eficiente nas unidades de produção local. As previsões ao nível geral vão servir para pilotar a atividade a montante. As previsões regionais vão servir para atender às necessidades locais a partir das usinas farmacêuticas. Uma vez etiquetados e acondicionados, os produtos farmacêuticos não permanecem a um nível central e são despachados localmente na centena de mercados que eles abastecem.
     
  • Administrar melhor a distribuição, os estoques e o aumento dos custos: uma melhor antecipação sobre a fabricação dos produtos permite administrar melhor o estoque que, ao nível dos pontos de venda, das farmácias e dos hospitais, deve estar o mais ajustado mantendo o bom nível de serviço e uma taxa de ruptura aceitável. Ajustar a frequência de entrega dos produtos aos clientes finais e melhor antecipar o reaprovisionamento graças a uma otimização a montante (melhores previsões) permite obter uma reatividade susceptível de limitar o nível de estoque e então os custos inerentes.

A CONTRIBUIÇÃO DA DIAGMA

Criada em 1973, a DIAGMA é hoje um dos escritórios de consultoria em Supply Chain Management de referência, classificado várias vez n°1 de seu setor na França.

 

DIAGMA tem uma grande experiência e uma perícia única no setor da indústria farmacêutica: reformulação da organização e do conceito Supply Chain, evolução da rede logística, escolha e implementação de APS (previsões, planificação de produção e dos suprimentos), TMS (Transport Management System), WMS (Warehouse Management System), melhoramento do desempenho dos depósitos, otimização dos custos de transporte…

 

DIAGMA propõe uma oferta de serviços ampla e inédita atendendo da melhor forma possível à multiplicidade das necessidades expressas pelas Direções Gerais, Supply Chain, Logística e Compras.

 

Em função da especificidade dos produtos e da complexidade dos processos, a DIAGMA analisa as problemáticas da Supply Chain da indústria farmacêutica com uma abordagem metodológica.