Indústrias de base: Metalurgia e Siderurgia

Na década passada, o setor permanece pouco concentrado embora fusões de empresas que aumentaram sua presença internacional num mercado cuja demanda se desloca progressivamente para os países de grande potencial (Brasil, Rússia, Índia, China).

Os líderes se diferenciam também pela amplidão e/ou a especialização de sua oferta sobre produtos de alta tecnicidade (aços especiais para indústria automobilística, o nuclear, o petróleo). Além da oferta de produtos, é importantíssimo para as empresas antecipar as evoluções da demanda em longo prazo para adaptar, numa escala planetária, uma ferramenta de produção naturalmente pesada e realizar investimentos substanciais na medida em que o produto, por causa de seu próprio peso, se desloca sobre distâncias relativamente curtas.

Desafios

Neste contexto, a Supply Chain continua a ser uma alavanca de criação de valor por diversas razões:

  • contribuição sobre as vendas: ofertas de serviços logísticos diferenciados por tipo de cliente e associados a tarifas distintas permitem fidelizar os clientes. Essas ofertas dizem respeito aos prazos e à pontualidade (prazos padrão de acordo com o tipo de produto, oferta de prazo mais curto para volumes especiais, garantia de pontualidade máxima), mas também à disponibilização de estoques avançados para as unidades de produção dos clientes industriais e à disponibilização para os clientes de informações sobre a situação dos pedidos e das reclamações;
     
  • contribuição sobre o controle dos custos: através da gestão integrada da demanda e da planificação multiunidades de produção, a Supply Chain é a chave para controlar os custos de produção, de transporte e de energia a curto, médio e longo prazo (detecção das sobre/subcapacidades segundo a evolução das zonas de influência em longo prazo, garantia dos bons balanceamentos de carga entre as unidades, das alocações pertinentes de capacidade aos clientes/categorias de cliente em médio prazo, otimização dos programas de fabricação/organização e plano de abastecimento das matérias em curto prazo);
     
  • contribuição sobre o controle da NCG: a Supply Chain permite otimizar a NCG nas suas três dimensões de estoques, pagamentos de fornecedores, créditos de clientes, agindo respectivamente sobre a gestão da demanda e a planificação sincronizada das diversas etapas de produção (fase à quente, à frio, acabamento), os parâmetros de gestão de produção (tamanho de lote, prazos de fabricação e aprovisionamento) e de aprovisionamento, a qualidade de serviço ao cliente (evitar os atrasos de pagamentos de cliente por causa de insatisfação).

A contribuição da DIAGMA

DIAGMA trabalhou sobre as reduções de prazo drásticas de produção de “custos” para reduzir o prazo entre o lançamento e a saída do produto até o prazo real de processamento; suprimindo os estoques de produtos em curso de fabricação. Esta redução, confiabilidade de prazos traz uma vantagem concorrencial determinante.

Criada em 1973, a DIAGMA é hoje um dos escritórios de consultoria em Supply Chain Management de referência, classificado várias vez n°1 de seu setor na França.
A DIAGMA acumula várias experiências com empresas do setor, operando numa escala internacional.O valor agregado da DIAGMA junto a eles baseia-se:
  • na definição com as equipes de Direção Geral das zonas prioritárias de contribuição esperada da Supply Chain (melhoramento do desempenho custos/prazos/qualidade de serviço/NCG, alinhamento da Supply Chain sobre as evoluções a médio e longo prazos escolhidos, reforço da pilotagem e do controle do desempenho da Supply Chain);

  • na procura junto com os responsáveis operacionais de soluções pragmáticas e inspiradas das melhores práticas para atender às prioridades definidas pela Direção Geral e reduzir a complexidade;

  • na ajuda à convergência sobre objetivos de melhoramento tangíveis e acessíveis.